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Pablo Picasso nos Negócios
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Pablo Picasso nos Negócios

Nem só de arte vive o homem

Muitas pessoas querem seu talento reconhecido, e além de reconhecido que se fature com ele. Muitos artistas na história mostram que entre o talento e o ganhar dinheiro com isso, pode existir uma lacuna que deve ser preenchida com o comportamento empreendedor.

Ter a consciência do processo de transformar seu talento em negócio é uma obrigação daqueles que assim querem faturar com o que se ama. Não basta reclamar, todo artista deve ter disciplina, pelos simples fato de tudo na vida ter uma ordem. Quando você se estrega ao caos, até o caos irá buscar equilíbrio. 

Pablo Picasso é um exemplo desses artistas, na matéria da Época Negócios de 06/11/2015, podemos verificar algumas lições praticadas por Picasso enos negócios para além de viver de sua arte, se promover.

Link da matéria

 

O pintor espanhol Pablo Picasso (1881-1973) não foi só um gênio da pintura. Foi, também, um exímio mestre da autopromoção. Suas táticas foram posteriormente adotadas pelo moderno marketing, afirma o professor americano Albert Muniz, num estudo publicado no European Journal of Marketing. Eis os principais pontos da estratégia Picasso:

1. Busca de parceiros. Desde que chegou a Paris, em 1901, Picasso percebeu que precisava ter parceiros comerciais de sensibilidade artística similar à sua. Iniciou então relacionamentos com os negociantes de arte Ambroise Vollard, Daniel-Henri Kahnweiler e Paul Rosenberg. “Eles compreendiam o que a ‘grife Picasso’ representava”, diz Muniz. Para atrair marchands e colecionadores, Picasso oferecia-se para pintar seus retratos.

 

2. Elitismo (foco nos precursores). “Picasso desenvolveu uma estratégia anticonvencional de promoção, baseada na limitação de acesso aos seus quadros.” Ele cultivou um pequeno círculo de críticos e compradores influentes, como os amigos americanos Leo e Gertrude Stein. Esses precursores fomentaram a divulgação do pintor em Paris e Nova York. “É uma estratégia elitista, tal como a da Apple ou do Google.”

3. Olho nos imitadores. “Picasso sempre se manteve atento à obra dos pintores concorrentes”, diz Muniz. Quando o cubismo (criado por ele em 1907) tornou-se moeda corrente nas exposições parisienses, em 1911, distanciou-se do estilo. Na contracorrente, adotou um estilo clássico de pintar. Quando se via imitado, rapidamente mudava de estilo. “A carreira de Picasso é marcada pela tensão constante, de não se repetir e de restabelecer a lealdade do público.”

POR ÁLVARO OPPERMANN

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