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Benjamin Franklin
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Benjamin Franklin

O observador...

Em 1718, Benjamin Franklin (1706-1790) foi trabalhar como aprendiz na gráfica de seu irmão James, em Boston. O sonho dele era se tornar um grande escritor. Na gráfica, aprenderia não só a operar as máquinas, mas também a editar manuscritos. Cercado de livros e jornais, poderia estudar e aprender com muitos exemplos de textos bem-redigidos. Seria a posição perfeita para ele.

Benjamin Franklin
À medida que a aprendizagem progredia, também se desenvolvia a educação literária que ele imaginara, e suas habilidades como escritor melhoravam substancialmente. Até que, em 1722, parecia que enfim teria a oportunidade perfeita como produtor de textos – o irmão se preparava para lançar seu próprio grande jornal, intitulado de New-England Courant.


Benjamin procurou James com várias ideias interessantes sobre histórias que ele próprio poderia escrever, mas, para sua grande decepção, o irmão não estava interessado em suas contribuições para o novo jornal. Aquele era um empreendimento sério, e o trabalho de Benjamin era muito imaturo para The Courant.


Benjamin sabia que seria inútil discutir com James, um jovem muito obstinado. Mas, ao refletir sobre a situação, teve uma ideia: e se ele criasse um personagem fictício que escreveria cartas para de Courant? Se as redigisse bem, James nunca suspeitaria que elas eram dele, e as publicaria. Depois de pensar muito, imaginou o personagem perfeito: uma jovem viúva chamada Silence Dogood, que tinha opiniões fortes sobre a vida em Boston, muitas das quais um tanto absurdas. Para garantir a verossimilhança, Benjamin passou longas horas imaginando um passado detalhado para ela. E concebeu tão profundamente a personagem que ela começou a ganhar vida dentro dele. Conseguia captar o pensamento da
jovem e, em breve, despontava nele uma voz inspiradora muito realista, com características e experiências próprias.


Ele então enviou a primeira carta ao The Courant e se divertiu ao observar o irmão publicar a carta da leitora, com uma nota do redator pedindo-lhe que escrevesse mais. James provavelmente suspeitava que se tratava do trabalho de algum escritor talentoso da cidade sob pseudônimo – a carta era muito sagaz e satírica para um leitor comum –, mas, sem dúvida, não tinha ideia de que o autor era Benjamin. James continuou a publicar as cartas subsequentes, que logo se tornaram a parte mais popular do The Courant.


As atribuições de Benjamin na gráfica começaram a se ampliar, e ele também se revelou um excelente editor para o jornal. Sentindo-se orgulhoso de todas as suas realizações precoces, um dia não se conteve e confessou a James que era o autor das cartas de Silence Dogood. Esperando algum tipo de elogio, ficou surpreso com a má reação de James – o irmão não gostava que mentissem para ele. Para piorar a situação, nos meses seguintes passou a tratar Benjamin de maneira cada vez mais fria e abusiva. Logo, Benjamin percebeu
que já não tinha condições de trabalhar com o irmão, e, no outono de 1723, sentindo-se desesperado, resolveu deixar Boston, dando as costas para o irmão e para a família. 

Depois de vaguear por várias semanas, chegou à Filadélfia, decidido a se estabelecer por lá. Com apenas 17 anos, praticamente não tinha dinheiro e não conhecia ninguém, mas, por alguma razão, sentia-se cheio de esperança. Nos cinco anos em que trabalhou para o irmão, aprendera mais sobre o negócio do que homens com duas vezes a sua idade. Era muito disciplinado e acalentava grandes ambições. E, para completar, era um escritor talentoso e bem-sucedido. Sem restrições à sua liberdade, a Filadélfia seria sua próxima conquista. Passou os primeiros dias na cidade estudando o ambiente e sua confiança só fez aumentar.


As duas gráficas locais na época estavam bem abaixo do nível de suas congêneres em Boston, e a qualidade dos textos nos jornais locais era desastrosa. Tudo isso indicava oportunidades sem fim para preencher lacunas e desbravar caminhos. Em duas semanas conseguiu emprego em uma dessas gráficas, cujo proprietário era um homem chamado Samuel Keimer. Na época, a Filadélfia ainda era relativamente pequena e provinciana, e logo se difundiram notícias sobre o forasteiro e suas habilidades literárias.


O governador da colônia da Pensilvânia, William Keith, tinha ambições de transformar a Filadélfia em centro cultural, e não estava satisfeito com as duas gráficas tradicionais. Ao ouvir falar em Benjamin Franklin e em seu talento como escritor, mandou chamá-lo. Impressionado com a inteligência do jovem, estimulou-o a constituir sua própria gráfica, prometendo emprestar-lhe o capital inicial necessário para dar a partida no negócio. As máquinas e os materiais teriam que vir de Londres, e Keith o aconselhou a ir à Inglaterra pessoalmente para supervisionar a aquisição. O governador tinha contatos por lá e arcaria com todas as despesas.


Franklin mal acreditava na sua sorte. Apenas poucos meses antes, era um simples aprendiz do irmão. Agora, graças ao empreendedorismo e à generosidade do governador, em breve teria sua própria gráfica e, com ela, poderia fundar um jornal e tornar-se uma voz influente na cidade, tudo antes de chegar aos 20 anos. Ao planejar a viagem a Londres, o dinheiro que Keith prometera não chegava; mas, depois de escrever-lhe algumas vezes, finalmente recebeu notícias do gabinete do governador, dizendo que não se preocupasse – cartas de
crédito estariam à sua espera quando desembarcasse na Inglaterra. E, assim, sem explicar a Keimer o que pretendia fazer, deixou o emprego e comprou a passagem para a viagem transatlântica.


Quando chegou à Inglaterra, não encontrou nenhum documento à sua espera. Receando que tivesse ocorrido algum problema de comunicação, procurou em Londres um representante do governador, a quem pudesse explicar o acordo. Durante a busca, veio a conhecer um comerciante rico da Filadélfia, que, ao ouvir sua história, revelou-lhe a verdade – o governador Keith era falastrão notório. Sempre prometia tudo a todos na tentativa de impressionar as pessoas com seu poder. O entusiasmo dele raramente durava mais que uma semana. Não tinha dinheiro para emprestar, e seu caráter valia tanto quanto suas promessas.
Depois de escutar tudo isso e de refletir sobre sua situação, o que mais o transtornava não era o fato de agora se encontrar longe de casa, sozinho e sem dinheiro. Não havia lugar mais estimulante para um jovem do que Londres, e, de alguma forma, ele se arranjaria por lá. O que mais o chateava era a maneira como interpretara mal as intenções de Keith e como fora ingênuo.


Felizmente, Londres estava apinhada de gráficas enormes e, poucas semanas depois, conseguiu emprego em uma delas. Para esquecer o fiasco com Keith, atirou-se ao trabalho, impressionando o empregador com sua destreza em várias máquinas e com suas habilidades de edição. Deu-se bem com os colegas, mas logo deparou com um estranho costume inglês:
cinco vezes por dia, seus colegas tipógrafos faziam uma pausa para beber um pouco de cerveja. Aquilo os fortalecia para o trabalho, ou ao menos assim diziam. Todas as semanas Franklin deveria contribuir para o fundo da cerveja, que era compartilhado por todos na sala, mas ele se recusava a pagar – não gostava de beber durante a jornada de trabalho e a ideia de que deveria abrir mão de parte do dinheiro conquistado a duras penas para que os outros arruinassem a saúde deixava-o com raiva. Expôs honestamente seus princípios, e os colegas aceitaram a decisão. Nas semanas seguintes, porém, coisas estranhas começaram a acontecer: erros passaram a pipocar nos textos que ele já havia corrigido e quase todo dia descobria novas falhas pelas quais era esponsabilizado.

Percebeu que estava a ponto de perder a paciência. Se aquela
situação perdurasse por mais tempo, com certeza seria demitido. Sem dúvida alguém estava sabotando seu trabalho. Quando se queixou com os colegas tipógrafos, atribuíram tudo aquilo a um fantasma maldoso que assombrava a gráfica. Por fim, dando-se conta do que estava ocorrendo, renunciou aos princípios e passou a contribuir para o fundo da cerveja. Os erros de repente desapareceram, assim como o fantasma.
Depois desse incidente e de várias outras mancadas em Londres, Franklin começou a pensar com seriedade sobre sua situação. Ele parecia irremediavelmente ingênuo, sempre interpretando mal as intenções das pessoas ao redor. Ao refletir sobre seu problema, deparou com um paradoxo: quando se tratava de trabalho, ele era racional e realista, sempre procurando melhorar. Em seus escritos, por exemplo, reconhecia com nitidez suas deficiências e praticava com afinco para superá-las. Porém, em relação às pessoas, acontecia
quase o oposto: sempre se deixava levar pelas emoções e perdia o contato com a realidade.


Com o irmão, quis impressioná-lo, revelando a autoria das cartas, desprevenido quanto à inveja e à malevolência que desencadearia; com Keith, estava tão envolvido pelos próprios sonhos que não prestou atenção aos sinais óbvios de que o governador era só um falastrão; com os tipógrafos, sua ira o cegara para o fato de que eles se ressentiriam de suas tentativas de reforma. E pior, ele parecia incapaz de mudar essa dinâmica.
Determinado a romper esse padrão e a mudar seu estilo, concluiu que havia apenas uma solução: em todas as suas futuras interações com pessoas, ele se forçaria a dar um passo para trás e controlar suas emoções. Distanciando-se ele conseguiria se concentrar totalmente na pessoa com quem estava lidando, eliminando da equação as próprias inseguranças e anseios.


Ao exercitar a mente dessa maneira, a atitude se converteria em hábito. Imaginando como seria o processo, ele teve uma sensação estranha. Lembrou-se das experiências por que passara ao inventar as cartas de Silence Dogood – pensando dentro da personagem que criara, entrando em seu mundo e dando-lhe vida em sua mente. E resolveu que aplicaria essa habilidade literária em tudo na vida. Posicionando-se dentro das cabeças das pessoas, vislumbraria como vencer a resistência delas e frustrar seus planos maldosos.
Para aumentar a eficácia do processo, concluiu que teria que adotar uma nova filosofia: a aceitação completa e radical da natureza humana. As pessoas possuem qualidades e atributos arraigados. Algumas são frívolas, como Keith, ou vingativas, como seu irmão James, ou rígidas, como os tipógrafos. Indivíduos como esses estão em todos os lugares. Aborrecer-se com eles ou tentar mudá-los é inútil – apenas os tornará amargos e ressentidos. É melhor aceitar essas pessoas como se admitem os espinhos de uma rosa e acumular conhecimentos
sobre a natureza humana como se faz com as ciências. Se ele pudesse seguir esse caminho na vida, se libertaria de sua terrível ingenuidade e traria alguma racionalidade para suas relações sociais.


Depois de mais de um ano e meio de trabalho em Londres, Franklin finalmente
economizou dinheiro suficiente para a viagem de retorno, e, em 1727, estava de volta à Filadélfia, mais uma vez à procura de trabalho. Em meio a essa busca, seu ex-empregador, Samuel Keimer, surpreendeu-o ao oferecer-lhe uma boa posição na gráfica – ele seria responsável pelo pessoal e pelo treinamento dos novos trabalhadores que Keimer havia admitido recentemente, em consequência da expansão do negócio. Para tanto, receberia um ótimo salário anual. Franklin aceitou, mas, quase desde o começo, sentia que algo não estava
certo. Por isso, conforme prometera a si mesmo, deu um passo para trás e refletiu com calma sobre os fatos.


Sua função era treinar cinco homens, mas, depois de concluir a tarefa, restaria pouco trabalho para ele. O próprio Keimer vinha agindo de maneira estranha, com muito mais cordialidade que o habitual. Como, em geral, era inseguro e irritadiço, aquele jeito amistoso não combinava com ele. Imaginando a situação sob a perspectiva de Keimer, não era difícil perceber que ele devia ter ficado muito ressentido com sua partida súbita para Londres, deixando-o em dificuldade. Provavelmente o via como um rapaz presunçoso, que precisava
de uma lição. Franklin não era do tipo que conversaria sobre seus receios com alguém, mas os remoeria por dentro e elaboraria seus próprios planos. Pensando dessa maneira, as intenções de Keimer ficaram claras: o patrão queria que Franklin transmitisse seus amplos conhecimentos sobre o negócio aos novos empregados, para, depois, despedi-lo. Essa seria sua vingança.


Convencido de que sua interpretação estava certa, Franklin decidiu virar a mesa. Explorou sua nova posição gerencial para se relacionar com os clientes e para fazer contatos com comerciantes de sucesso na área. Experimentou novos métodos de impressão que havia aprendido na Inglaterra. Quando Keimer se ausentava da gráfica, desenvolvia novas habilidades tipográficas, como gravura e fabricação de tintas. Também prestava grande atenção nos aprendizes e, em segredo, preparava um deles como um possível assistente.
Quando começou a suspeitar que chegara a hora de Keimer mandá-lo embora, pediu demissão e abriu a própria gráfica – com apoio financeiro, maior conhecimento do negócio, uma sólida base de clientes que o seguiria para onde fosse e um assistente de primeira categoria, que ele havia treinado. Ao executar essa estratégia, Franklin se deu conta de como o não nutria sentimentos de amargura ou raiva em relação a Keimer. Tudo se resumia a manobras em um tabuleiro de xadrez, e, ao pensar como Keimer, foi capaz de participar do
jogo como um adversário à altura do oponente, com a cabeça arejada e equilibrada.


Nos anos seguintes, a gráfica de Franklin prosperou. Ele se tornou um editor de jornais altamente bem-sucedido, autor de best-sellers, cientista renomado por seus experimentos com eletricidade e inventor de coisas como o aquecedor de ambientes (e, mais tarde, o pararaios, as lentes bifocais e outras). Como membro cada vez mais destacado da comunidade da Filadélfia, concluiu, em 1736, que era hora de levar sua carreira um passo adiante e entrar na política, tornando-se membro da legislatura colonial da Pensilvânia. Em poucos meses, foi
escolhido por unanimidade pelos colegas para exercer as funções de secretário da assembleia, posição de alguma influência. No entanto, na hora de ser reconduzido a um novo mandato, um novo membro da legislatura, Isaac Norris, expressou veemente oposição à iniciativa, apoiando outro candidato. Depois de um debate muito acalorado, Franklin ganhou a eleição, mas, ao refletir sobre a situação, avistou perigo no horizonte.


Norris era um negociante rico, bem-educado e carismático. Também era ambicioso e, certamente, subiria na hierarquia. Caso Franklin se desentendesse com o adversário, como seria de esperar, depois do que acontecera na batalha pelo secretariado, apenas estaria confirmando qualquer impressão desagradável que o outro tivesse dele, convertendo-o em inimigo implacável. Por outro lado, se o ignorasse, Norris poderia interpretar a atitude como uma nova manifestação de insolência e passar a odiá-lo ainda mais. Para muita gente, a atitude corajosa seria partir para o ataque e revidar a agressão, deixando claro que o melhor
era não se meter com ele. Mas será que não seria mais eficaz não corresponder às expectativas de Norris, surpreendendo-o e, sutilmente, convertendo-o em aliado? Assim, Franklin partiu para a ação. Observou o homem de perto na legislatura, reuniu informações e refletiu profundamente, como se fosse Norris. Chegou à conclusão de que Norris era um jovem um tanto orgulhoso e emocional, que também ocultava algumas inseguranças. Parecia ansioso por atenção, por estima e por admiração; talvez até invejasse a popularidade e as realizações de Franklin. Por meio de seus informantes, soube que Norris tinha uma obsessão um tanto diferente – sua grande biblioteca pessoal, contendo muitos
livros raros, inclusive um especialmente valioso, que ele estimava acima de todos os outros.


Essas obras pareciam representar para ele os próprios sentimentos de distinção e nobreza. Sabendo de tudo isso, Franklin decidiu optar pela seguinte estratégia: escreveu para Norris uma nota muito refinada, expressando admiração por sua coleção. Ele também era apaixonado por livros e, tendo ouvido tantos elogios a certa obra rara de Norris, ficaria muito feliz se pudesse estudá-la. Caso Norris pudesse emprestar-lhe o exemplar por uns poucos dias, ele tomaria o maior cuidado e o devolveria sem atraso.


Encantado com a demonstração de interesse, Norris enviou-lhe o livro de imediato e Franklin o devolveu conforme o prometido, com outra nota expressando sua gratidão pelo favor. Na reunião seguinte da legislatura, Norris procurou Franklin e puxou uma conversa amistosa, algo que nunca tinha feito antes. Conforme previra, Franklin semeara dúvida na mente de Norris. Em vez de confirmar suas suspeitas a respeito dele, Franklin se comportara como um perfeito cavalheiro, demonstrara que ambos tinham o mesmo interesse por livros
raros e cumprira sua palavra. Como Norris continuaria alimentando a má impressão que tinha de Franklin depois de descobrirem tanta coisa em comum? Jogando com a natureza emocional do adversário, conseguiu converter seu sentimento de antipatia em simpatia.
Tornaram-se bons amigos e aliados políticos leais durante o restante de suas carreiras. (Franklin continuaria praticando a mesma mágica com muitos de seus inimigos políticos futuros). Na Filadélfia, Benjamin Franklin era considerado o maior exemplo de comerciante e cidadão confiável. Como seus concidadãos, vestia-se com simplicidade, trabalhava com mais afinco que qualquer outro, nunca frequentava bares ou casas de jogo e cultivava maneiras e
hábitos cordiais, até humildes. Sua popularidade era quase universal. Mas, no último capítulo de sua vida pública, suas atitudes pareciam indicar que ele havia mudado e perdido a sensibilidade.


Em 1776, um ano depois da eclosão da Guerra da Independência, Benjamin Franklin – agora político emérito – foi despachado para a França como comissário especial com a incumbência de obter armas, financiamento e apoio. Em pouco tempo, espalharam-se rumores por todas as colônias americanas de seus casos com cortesãs francesas e de sua assiduidade em festas e jantares extravagantes.

Políticos eminentes, como John Adams, o acusaram de ter sido corrompido pelos parisienses. Sua popularidade entre os americanos despencou. No entanto, o que os críticos e o público não perceberam foi que, aonde quer que fosse, ele assumia ostensivamente as feições, a moral e os comportamentos da cultura
local, para que pudesse realizar melhor seus objetivos. Desesperado para conquistar os franceses para a causa americana e compreendendo muito bem a natureza deles, ele se transformara no que queriam ver em sua pessoa – uma versão americana do espírito e do estilo francês. Estava apelando para o narcisismo notório deles.


Tudo isso funcionou à perfeição – Franklin tornou-se uma figura amada dos franceses e homem de influência no governo. Por fim, forjou uma importante aliança militar e conseguiu um financiamento que ninguém mais conseguiria arrancar do sovina rei francês. Este último ato de sua vida pública não foi uma aberração, mas a expressão máxima de sua racionalidade social.

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