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A origem do calendário
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A origem do calendário

Livro de contas

'A palavra calendário vem do «lat[im] calendārium,ĭi "livro de contas" depois "calendário"; der[ivação do] lat[im] calēndae/kalēndae,ārum "calendas, primeiro dia do mês romano, dia em que as contas eram pagas" + suf[ixo] nom[inativo] -arium; [...]; f[orma] hist[órica] sXIII calandayro, sXV calandario, sXV kalendairo».'

 

A História e Origem do Calendário tem início com a necessidade de organizar o tempo, de registrar a evolução, bem como de comemorar em datas fixas.

Os especialistas acreditam que ele teve origem com os sumérios - povo da Mesopotâmia - em 2700 a.C.. Era composto por 12 meses lunares com 29 ou 30 dias, num total de 354 no ano.

Desta forma, não coincidia com o calendário solar, composto por 365 dias.

 

 

Calendário Chinês
O calendário chinês é lunissolar, ou seja, ele considera tanto o ciclo solar como o ciclo lunar. É formado por ciclos de 12 anos, que têm início em Fevereiro - mês, portanto, que marca a entrada do novo ano chinês.

Ao contrário do calendário ocidental que atribui um signo a cada mês, os animais do horóscopo chinês não estão relacionados aos meses do ano, mas sim aos anos.

Os animais são respetivamente os seguintes e se repetem a cada cinco anos: rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão e porco.

Calendário Solar
O ciclo solar trazia mais dificuldades de observação, visto que as lunações são mais curtas, por isso o calendário com base solar foi mais difícil de ser estudado.

Ele foi criado pelos egípcios e tinha 365 dias dividido em 12 meses com 30 dias e mais 5 dias acrescidos no final do ano. Não havia ano bissexto e os meses eram divididos em três estações: Inundação, Inverno e Verão.

 

Calendário Cristão ou Gregoriano
Esse é o calendário usado atualmente no Brasil e em grande parte do mundo.

Antes de ser criado o calendário gregoriano, estava em vigor o calendário juliano, que estava atrasado e por isso a Páscoa ocorria mais tarde do que o equinócio da primavera. A reforma do calendário foi discutida no Concílio de Constança e mais tarde no Concílio de Trento.

O calendário gregoriano foi implementado em 1582 na Itália, Polônia, Portugal e Espanha. Apesar de terem sido implementadas pelo Papa Gregório XIII, as reformas no calendário foram criadas pelo astrônomo e filósofo italiano Luigi Giglio.

Apesar de não ser considerado um calendário perfeito, ele é mais preciso do que o seu predecessor, o calendário juliano. O calendário gregoriano apresenta alguns defeitos, como a irregularidade da duração dos meses (entre 28 a 31 dias), a relação entre a data e o dia da semana e a mobilidade de datas cristãs, como a Páscoa. Por definição, um calendário é um sistema de medida de tempo que agrupa e faz a contagem dos dias, dividindo-os em meses e anos.

 

Calendário Maia
Remonta a 550 a.C e é composto por dois calendários - o Haab, que é o calendário civil - e o Tzolkin, que é o calendário sagrado.

Enquanto o Haab conta com 365 dias divididos entre 18 meses com 20 dias cada um, num total de 360 (5 dias não pertencem a mês algum), o Tzolkin conta com 260 dias divididos em três grupos de meses com 20 dias, em que cada dia é contado de 1 a 13.

Calendário Islâmico
Esse é lunar e recebe também o nome de hegírico pelo fato de a fuga de Maomé para Medina ser denominada Hégira (Hégira é o primeiro ano da era muçulmana). É composto por 12 meses de 29 ou 30 dias, num total de 354 no ano.

 

Calendário Juliano, o ano da confusão e os meses do ano 

Júlio César decidido a acabar com os abusos dos pontífices, chamou a Roma o astrónomo grego Sosígenes, da escola de Alexandria, para que examinasse a situação e o aconselhasse nas medidas que deveriam ser adoptadas.

Estudado o problema, Sosígenes observou que o calendário romano estava adiantado de 67 dias em relação ao ano natural ou ciclo das estações, Para desfazer essa diferença, Júlio César ordenou que naquele ano (708 de Roma, ou 46 a.C.), além do Mercedonius de 23 dias que correspondia intercalar naquele ano, fossem adicionados mais dois meses, um de 33 dias, outro de 34 dias, entre os meses de November e December. Resultou assim um ano civil de 445 dias, o maior de todos os tempos, único na história do calendário e conhecido pelo nome de Ano da confusão, pois, devido à grande extensão dos domínios de Roma e à lentidão dos meios de comunicação de então, nalgumas regiões a ordem foi recebida com tal atraso que já havia começado um novo ano.

Os romanos não davam nome apenas para os meses, mas também para alguns dias especiais. O primeiro de cada mês se chamava Calendae e significava dia de pagar as contas — daí a origem da palavra calendário, livro de contas. Idus marcava o meio do mês, e Nonae correspondia ao nono dia antes de Idus. E essa era apenas uma das diversas confusões da folhinha romana.

Com a ajuda de matemáticos do Egito emprestados por Cleópatra, Júlio César acabou com a bagunça ao estabelecer o seguinte calendário solar: Januarius, Februarius, Martius, Aprilis, Maius, Junius,Quinctilis, Sextilis, September, October, November e December. Quase igual ao nosso, com as diferenças de que Quinctilis e Sextilis deram origem ao meses de julho e agosto.

Januarius era uma homenagem ao deus Jano, o senhor dos solstícios, encarregado de iniciar o inverno e o verão. Seu nome vem daí: ianitor quer dizer porteiro, aquele que comanda as portas dos ciclos de tempo.

Já o nome Februarius se referia a um rito de purificação, que em latim se chamava februa. Logo, Februarius era o mês de realizar essa cerimônia. Nesse período, os romanos faziam oferendas e sacrifícios de animais aos deuses do panteão, para que a primavera vindoura trouxesse bonança.

Martius é dedicado a Marte, o deus da guerra. A homenagem, porém, tinha outra motivação, bem menos beligerante. Como Marte também regia a geração da vida, Martius era o mês da semeadura nos campos.

O mês de abril pode ter surgido para celebrar a deusa do amor, Vênus. Na primeiro dia do mês, as mulheres dançavam com coroas de flores. Outra hipótese é a de que Aprilis tenha se originado de aperio, abrir, em latim. Seria a época do desabrochar da primavera.

Maius é uma homenagem a Maia, uma das deusas da primavera. Seu filho era o deus Mercúrio, pai da medicina e das ciências ocultas. Por esse motivo, segundo escreveu Ovídio na obra Fastos, Maius era chamado de o mês do conhecimento.

O nosso sexto mês faz alusão a Juno, a esposa de Júpiter. Se havia uma entidade poderosa no panteão romano, era ela, a guardiã do casamento e do bem-estar de todas as mulheres.

Já o mês de julho chamava-se Quinctilis e era simplesmente o nome do quinto mês do antigo calendário romano. Até que, em 44 a.C. o Senado romano mudou o nome para Julius, em homenagem a Júlio César.

Da mesma forma, agosto antes era Sextilis, o sexto mês. De acordo com o historiador Suetônio, o nome Augustus foi adotado em 27 a.C., em homenagem ao primeiro imperador romano, César Augusto (63 a.C.-14 d.C.).

Para os últimos quatro meses do ano, a explicação é simples: setembro vem de Septem, que em latim significa sete. Era, portanto, o sétimo mês do calendário antigo. A mesma lógica se repete até o fim do ano. Outubro veio de October (oitavo mês, de octo), novembro de November (nono mês, de novem, e data do Ludi Plebeii, um festival em homenagem a Júpiter) e dezembro de December (décimo mês, de decem).

Ao adotar o calendário solar, em 44 a.C., Júlio César criou o ano de 365 dias e um quarto. Por causa dessa diferença, a cada quatro anos era necessário atualizar as horas acumuladas com um dia extra. O problema do calendário juliano é que, na verdade, um ano tem 11 minutos e 14 segundos a menos do que se estimava. Por isso, em 1582, o papa Gregório XIII (1502-1585) anulou dez dias do calendário e determinou que, dos anos terminados em 00, só seriam bissextos os divisíveis por 400. E o nome "bissexto" tem uma explicação curiosa: em Roma, celebrava-se o dia extra no sexto dia de março, que era contado duas vezes.

 

Pesquisas:

https://www.todamateria.com.br/historia-e-origem-do-calendario/

https://www.significados.com.br/calendario-gregoriano/

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/nomes-meses.phtml

http://www.mat.uc.pt/~helios/Mestre/H01orige.htm

https://www.calendarr.com/brasil/tipos-de-calendarios/

 

 

 

 

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